{"id":1161,"date":"2019-07-17T06:58:57","date_gmt":"2019-07-17T09:58:57","guid":{"rendered":"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/new\/?p=1161"},"modified":"2025-12-01T16:00:41","modified_gmt":"2025-12-01T19:00:41","slug":"a-rua-de-cada-um","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/2019\/07\/17\/a-rua-de-cada-um\/","title":{"rendered":"A Rua De Cada Um"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"uk-margin-large-top uk-margin-remove-bottom uk-text-center uk-article-title\"><\/h1>\n<div class=\"uk-margin-medium-top\">\n<h6><strong><span class=\"author\">APARECIDA ROS\u00c2NGELA SILVEIRA<\/span><\/strong><\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 id=\"post-2208\" class=\"post-2208 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-almanaque-no-23 tag-populacao-de-rua tag-psicanalise tag-supervisao-clinico-institucional\" style=\"text-align: center;\"><a class=\"dt-pswp-item\" href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/9-Rosangela-foto.jpg\" data-dt-img-description=\"\" data-large_image_width=\"1280\" data-large_image_height=\"720\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-1162\" src=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/9-Rosangela-foto-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"576\" srcset=\"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/9-Rosangela-foto-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/9-Rosangela-foto-300x169.jpg 300w, https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/9-Rosangela-foto-768x432.jpg 768w, https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/9-Rosangela-foto.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><br \/>\n<strong>LAMA -RICHARDSON PONTONE<\/strong><\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"post-2208 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-almanaque-no-23 tag-populacao-de-rua tag-psicanalise tag-supervisao-clinico-institucional\">\n<div class=\"figcaption blog-figcaption\">\n<div class=\"post-text bigger\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Supervis\u00e3o cl\u00ednico-institucional e orienta\u00e7\u00e3o psicanal\u00edtica<\/strong><\/p>\n<p>Este trabalho se inscreve na perspectiva de uma experi\u00eancia de supervis\u00e3o cl\u00ednico-institucional, em que foram acompanhadas as equipes da Rede de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial \u2013 com destaque para as conversa\u00e7\u00f5es realizadas com a equipe do Consult\u00f3rio na Rua, dispositivo da Aten\u00e7\u00e3o Prim\u00e1ria \u00e0 Sa\u00fade para popula\u00e7\u00f5es de rua \u2013 em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de sa\u00eddas diante dos impasses dos trabalhadores na abordagem dos sujeitos em situa\u00e7\u00e3o de rua.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A supervis\u00e3o cl\u00ednica-institucional tem uma fun\u00e7\u00e3o singular no trabalho das equipes no exerc\u00edcio do trabalho compartilhado. Ao supervisor cabe \u201ca complexa tarefa de contextualizar permanentemente a situa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, foco do seu trabalho, levando em conta as tens\u00f5es e a din\u00e2mica de rede e do territ\u00f3rio\u201d (BRASIL, 2007, p. 1).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A partir dessa diretriz pol\u00edtica, o supervisor de orienta\u00e7\u00e3o lacaniana \u00e9 remetido ao campo da psican\u00e1lise aplicada, que, nesse contexto, se trata da cl\u00ednica denominada \u201cfeita por muitos\u201d. O que tamb\u00e9m lhe possibilita atuar em novos dispositivos em sua rela\u00e7\u00e3o com a cidade, para al\u00e9m da psican\u00e1lise\u00a0<em>standard.\u00a0<\/em>Como afirma Teixeira (2010), h\u00e1 particularidades da psican\u00e1lise nos dispositivos em sa\u00fade mental:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"padding-left: 80px;\"><em>&#8220;\u00c9 a partir da psican\u00e1lise que encontramos uma orienta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica que respeite a l\u00f3gica extra\u00edda de cada caso, assim, como a possibilidade de operar com dispositivos cl\u00ednicos que considerem as sa\u00eddas apontadas por cada sujeito\u201d (TEIXEIRA, 2010, p. 23).&#8221;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nessa dire\u00e7\u00e3o, cabe ao supervisor, a partir da transfer\u00eancia de trabalho e de sua posi\u00e7\u00e3o \u00eaxtima em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 equipe, colocar-se como aprendiz da cl\u00ednica a partir da experi\u00eancia dos trabalhadores, condi\u00e7\u00e3o para que possa emergir desse encontro um novo saber, para al\u00e9m dos ideais de cura e de inser\u00e7\u00e3o social dos sujeitos, e, dessa posi\u00e7\u00e3o, poder reconhecer os efeitos de sua pr\u00e1tica. Nas palavras de Alvarenga (2011):<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"padding-left: 80px;\"><em>&#8220;A posi\u00e7\u00e3o do \u00eaxtimo deve ser conquistada a cada passo pela maneira de se utilizar o real como furo no saber pr\u00f3prio \u00e0 mestria. Ela convoca e autoriza o n\u00e3o-todo do saber, e responsabiliza cada um por sua constru\u00e7\u00e3o. Procura-se ent\u00e3o situar em cada caso, o que escapa ao saber cristalizado em torno do paciente, que alimenta um sentimento de impot\u00eancia e des\u00e2nimo, evitando que o saber do Outro venha anular a dimens\u00e3o da enuncia\u00e7\u00e3o (ALVARENGA, 2011, p. 3).&#8221;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao adotar a pr\u00e1tica da conversa\u00e7\u00e3o para o trabalho com a equipe, busca-se a produ\u00e7\u00e3o de um novo saber sobre cada caso acompanhado. A partir da circula\u00e7\u00e3o da palavra, s\u00e3o recolhidos fragmentos que marcam a experi\u00eancia dos trabalhadores. A escuta permite uma localiza\u00e7\u00e3o de pontos de real em jogo para cada sujeito e novas constru\u00e7\u00f5es dos casos tendo como refer\u00eancias as estruturas cl\u00ednicas e as fixa\u00e7\u00f5es de gozo, apontando dire\u00e7\u00f5es para as interven\u00e7\u00f5es junto aos sujeitos. A conversa\u00e7\u00e3o<em>,\u00a0<\/em>definida como \u201cuma pr\u00e1tica da palavra para tratar dos insucessos\u201d, ao privilegiar a enuncia\u00e7\u00e3o, produz um efeito de saber que passa a orientar o trabalho, rompendo com o discurso da impot\u00eancia na equipe (LACAD\u00c9E, 1999\/2000; MIRANDA; SANTIAGO, 2010).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por sua vez, a constru\u00e7\u00e3o do caso cl\u00ednico, operando como eixo para o trabalho em equipe, permite a circula\u00e7\u00e3o da palavra, o compartilhamento de elementos do caso e o esvaziamento de saberes pr\u00e9vios institu\u00eddos. Isso d\u00e1 lugar ao trabalho coletivo, que destaca as conting\u00eancias da hist\u00f3ria do sujeito e permite o aparecimento do sujeito singular e do caso. Na constru\u00e7\u00e3o do caso, trata-se de recolher as narrativas do sujeito, dos operadores, das fam\u00edlias, das institui\u00e7\u00f5es e das escan\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, bem como as possibilidades diagn\u00f3sticas, abrindo novas perspectivas de interven\u00e7\u00e3o (VIGAN\u00d3, 1999; FIGUEIREDO, 2004).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A rua como resposta ao imposs\u00edvel de dizer<\/strong><\/p>\n<p>A partir da supervis\u00e3o, um esfor\u00e7o da oferta da palavra aos sujeitos em condi\u00e7\u00e3o de rua \u00e9 o convite posto \u00e0 equipe, em uma pr\u00e1tica orientada pela psican\u00e1lise em que se busca cotidianamente fazer uma leitura do sintoma do sujeito e da fun\u00e7\u00e3o que a rua tem para cada um, apostando no que h\u00e1 de \u00fanico em cada sujeito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A escuta tem produzido novos saberes sobre os sujeitos, destacando seus movimentos de desinser\u00e7\u00e3o e reinser\u00e7\u00e3o em l\u00f3gicas particulares que os localizam no la\u00e7o social. Podem ser destacadas tr\u00eas posi\u00e7\u00f5es distintas:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Uma posi\u00e7\u00e3o melanc\u00f3lica \u2013 marcada por pura puls\u00e3o de morte, em que n\u00e3o h\u00e1 uma articula\u00e7\u00e3o entre cadeia significante e o real do corpo \u2013 anuncia a morte do sujeito e convida a equipe \u00e0 sublima\u00e7\u00e3o do \u00f3dio diante do insuport\u00e1vel da singularidade do gozo do outro e da recusa do sujeito \u00e0 oferta de cuidados. O caso de um jovem que vivenciou o apodrecimento de seu corpo at\u00e9 a morte anuncia a impossibilidade de qualquer inser\u00e7\u00e3o no la\u00e7o social, em que uma irrup\u00e7\u00e3o de real marcada pela aus\u00eancia da palavra recha\u00e7a o outro, implicando um mal-estar generalizado na equipe. Uma releitura de sua hist\u00f3ria e a localiza\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis pontos de desencadeamento permitem \u00e0 equipe um novo posicionamento em busca de constru\u00e7\u00e3o de sa\u00eddas poss\u00edveis para lidar com a recusa do outro.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Uma posi\u00e7\u00e3o paranoica, em que a oferta de cuidados \u00e9 o mal encarnado na equipe, convida a equipe a repensar as suas pr\u00e1ticas marcadas pelo ideal da inclus\u00e3o social diante do movimento do sujeito em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 desinser\u00e7\u00e3o no la\u00e7o social, recha\u00e7ando o outro. O caso de uma mulher para quem as institui\u00e7\u00f5es estragam seus filhos anuncia o que \u00e9 poss\u00edvel para cada sujeito, o que pode ser inventado diante da amea\u00e7a que o outro constitui. Essa mulher faz mudan\u00e7as peri\u00f3dicas de endere\u00e7o na cidade para n\u00e3o ser encontrada pelos t\u00e9cnicos de pol\u00edticas p\u00fablicas, desencadeando indigna\u00e7\u00e3o entre os integrantes das equipes na medida em que, ao recus\u00e1-los, ela promove uma desconstru\u00e7\u00e3o radical nas suas pr\u00e1ticas e os convida a romper com os ideais da pol\u00edtica para todos. Em outra via, depara-se com um sujeito sentenciado para o qual a rua representa a possibilidade de anonimato frente \u00e0s exig\u00eancias judiciais e para quem o trabalho da equipe constitui uma amea\u00e7a ao arranjo constru\u00eddo. A possibilidade de manifesta\u00e7\u00f5es kak\u00f4nicas da\u00ed advindas convida a equipe ao seu discreto manejo, que implica na subtra\u00e7\u00e3o do ideal de inser\u00e7\u00e3o do sujeito no la\u00e7o social.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Uma posi\u00e7\u00e3o marcada pelo apelo ao sentido do sujeito, em que a oferta da palavra o coloca a trabalho, convida a equipe \u00e0 sustenta\u00e7\u00e3o do fazer cotidiano apostando na possibilidade de o sujeito se colocar quest\u00f5es sobre sua condi\u00e7\u00e3o de rua e, a partir desse ponto, poder ressignificantizar a vida em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 reinser\u00e7\u00e3o no la\u00e7o social. Diante do caso de uma mulher que perdeu a guarda dos filhos em consequ\u00eancia de suas aus\u00eancias e do uso abusivo de drogas, a partir da escuta da equipe, colocam-se quest\u00f5es que conduzem essa mulher a novos projetos de vida, incluindo trabalho e nova moradia, e, nessa via, d\u00e1-se dignidade ao sintoma rua, fazendo-a se reposicionar em rela\u00e7\u00e3o aos seus la\u00e7os sintom\u00e1ticos.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tendo como refer\u00eancia as possibilidades de posi\u00e7\u00f5es que marcam os sujeitos em condi\u00e7\u00e3o de rua, gradativamente, h\u00e1 um deslocamento da equipe em seu desejo de curar, anunciando, assim, uma nova posi\u00e7\u00e3o de escuta que busca localizar junto aos sujeitos o que se repete, o sem sentido e as amarra\u00e7\u00f5es poss\u00edveis para cada caso. Ao real imposs\u00edvel de suportar, a supervis\u00e3o aponta para a preserva\u00e7\u00e3o do la\u00e7o, emprestando o corpo e aguardando as conting\u00eancias prop\u00edcias ao ato e seus efeitos (ALVARENGA, 2013).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Considera\u00e7\u00f5es finais<\/strong><\/p>\n<p>Pelo dispositivo da supervis\u00e3o, s\u00e3o verificados avan\u00e7os nas pr\u00e1ticas da equipe a partir da escuta e do reconhecimento do que h\u00e1 de \u00fanico em cada sujeito e do que se recolhe e se compartilha em cada caso, dando uma nova dire\u00e7\u00e3o ao trabalho coletivo que possibilita repensar as pr\u00e1ticas de cuidados particularizados e os servi\u00e7os prestados pela equipe.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A supervis\u00e3o tem possibilitado a emerg\u00eancia da dimens\u00e3o cl\u00ednica da pol\u00edtica, valorizando a circula\u00e7\u00e3o da palavra e destacando o que h\u00e1 de mais singular em cada caso compartilhado e em cada sa\u00edda constru\u00edda pelo sujeito para lidar com o insuport\u00e1vel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lacan, no\u00a0<em>Semin\u00e1rio 23<\/em>, ao tratar das formas de amarra\u00e7\u00e3o poss\u00edveis entre os registros imagin\u00e1rio, simb\u00f3lico e real, destaca que \u201cO n\u00f3, certamente, \u00e9 alguma coisa que se amassa, que pode tomar a forma de um novelo, mas que, uma vez desdobrado, mant\u00e9m sua forma de n\u00f3 e, ao mesmo tempo, sua ex-sist\u00eancia\u201d (1975-1976\/2007, p. 165).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tendo essa refer\u00eancia, pode-se afirmar que, para essa equipe, a supervis\u00e3o funcionaria como um quarto elo que faz amarra\u00e7\u00e3o entre o fazer de cada um, o trabalho em equipe e a dimens\u00e3o cl\u00ednica da pol\u00edtica? Para Figueiredo (2009), a supervis\u00e3o teria a fun\u00e7\u00e3o de enodar as diferen\u00e7as estrat\u00e9gicas para constru\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o do trabalho em equipe como operador central da cl\u00ednica.<\/p>\n<p>Assim, a aposta no dispositivo da supervis\u00e3o \u00e9 o convite para a produ\u00e7\u00e3o de um novo saber-fazer a\u00ed com os sujeitos, a partir do trabalho em equipe e da dimens\u00e3o cl\u00ednica que reconhe\u00e7a a solu\u00e7\u00e3o de gozo que a rua apresenta para cada um.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<div class=\"uk-margin-medium-top\">\n<div class=\"post-2208 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-almanaque-no-23 tag-populacao-de-rua tag-psicanalise tag-supervisao-clinico-institucional\">\n<div class=\"figcaption blog-figcaption\">\n<div class=\"post-text bigger\">\n<h6><\/h6>\n<h6><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h6>\n<h6>ALVARENGA, E. \u201cA a\u00e7\u00e3o lacaniana nas institui\u00e7\u00f5es\u201d.\u00a0<em>In<\/em>:\u00a0<strong>Almanaque On-line<\/strong>. Belo Horizonte: IPSM-MG, ano 5, n. 8, 2011. Dispon\u00edvel em:\u00a0<a href=\"http:\/\/almanaquepsicanalise.com.br\/edicoes\/almanaque-no-08\/#\/Home\">http:\/\/almanaquepsicanalise.com.br\/edicoes\/almanaque-no-08\/#\/Home<\/a>. Acesso em: jul. 2019.<\/h6>\n<h6><\/h6>\n<h6>ALVARENGA, E. \u201cA supervis\u00e3o e seus efeitos\u201d.\u00a0<em>In<\/em>:\u00a0<strong>Correio<\/strong>. Revista da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise. S\u00e3o Paulo: n. 73. nov. 2013.<\/h6>\n<h6><\/h6>\n<h6>FIGUEIREDO, A. C. \u201cUma proposta da psican\u00e1lise para o trabalho em equipe na aten\u00e7\u00e3o psicossocial\u201d<em>. In<\/em>:\u00a0<strong>Mental<\/strong>. S\u00e3o Paulo: 2005, ano III, n. 5, nov. p. 43-55.<\/h6>\n<h6><\/h6>\n<h6>FIGUEIREDO, A. C. \u201cA constru\u00e7\u00e3o do caso cl\u00ednico: uma contribui\u00e7\u00e3o da psican\u00e1lise \u00e0 psicopatologia e \u00e0 sa\u00fade mental\u201d.\u00a0<em>In<\/em>:\u00a0<strong>Revista de Psicopatologia Fundamental<\/strong>. v. VII, Ano 1, 2004. Dispon\u00edvel em:\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 &lt;<a href=\"http:\/\/www.fundamentalpsychopathology.org\/uploads\/files\/revistas\/volume07\/n1\/a_coconstruc_do_caso_clinico_uma_contribuicao_da_psicanalise_a_psicopatologia_e_a_sauds_mental.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.fundamentalpsychopathology.org<\/a>&gt; Acesso em: mai. 2019.<\/h6>\n<h6><\/h6>\n<h6>LACADE\u00c9, P. \u201cDa norma da conversa\u00e7\u00e3o ao detalhe da conversa\u00e7\u00e3o\u201d, In: LACADE\u00c9, P; MONIER, F (orgs.).\u00a0<strong>Le pari de la conversation<\/strong><em>.<\/em>\u00a0Paris: 1999\/2000. Trad. Vasconcelos, R. N; SANTIAGO, A. L. Bezerra.<\/h6>\n<h6><\/h6>\n<h6>LACAN, J. (1975-76)\u00a0<strong>O Semin\u00e1rio, livro 23:<\/strong>\u00a0O Sinthoma. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007.<\/h6>\n<h6><\/h6>\n<h6><strong>BRASIL.\u00a0<\/strong>MINIST\u00c9RIO DA SA\u00daDE. \u201cO of\u00edcio da supervis\u00e3o e sua import\u00e2ncia para a rede de sa\u00fade mental do SUS\u201d. 2007. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/ portal.saude.gov.br\/portal\/saude\/visualizar_texto.cfm?idtxt=31355&gt;\u00a0 Acesso em: mai. de 2019.<\/h6>\n<h6><\/h6>\n<h6>MIRANDA, M. P; SANTIAGO, A. L.\u00a0\u201cAs conversa\u00e7\u00f5es e a psican\u00e1lise aplicada \u00e0 educa\u00e7\u00e3o: um estudo do mal-estar do professor e o aluno considerado problema\u201d,\u00a0<em>In<\/em>:\u00a0<strong>O decl\u00ednio dos saberes e o mercado do gozo<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Col.\u00a0LEPSI IP\/FE-USP.\u00a0n. 8, 2010.<\/h6>\n<h6><\/h6>\n<h6>TEIXEIRA, A. (org).\u00a0<strong>Metodologia em ato<\/strong>. Belo Horizonte: Scriptum Livros, 2010.<\/h6>\n<h6><\/h6>\n<h6>VIGAN\u00d2, C. \u201cA constru\u00e7\u00e3o do caso cl\u00ednico em sa\u00fade mental\u201d.\u00a0<em>In<\/em>:\u00a0<strong>Psican\u00e1lise e Sa\u00fade Mental Revista Curinga<\/strong>, EBP-MG. Belo Horizonte: n. 13, p. 50-9, set. 1999.<\/h6>\n<h6><\/h6>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div class=\"post-text bio\">\n<h6><\/h6>\n<h6><strong>APARECIDA ROS\u00c2NGELA SILVEIRA<\/strong><\/h6>\n<h6>Psic\u00f3loga, psicanalista, doutora em Psicologia pela UFMG. Docente da Universidade Estadual de Montes Claros. Rua Serra da Mantiqueira, 302 | Montes Claros\/MG | CEP: 39401-585 |\u00a0<span id=\"cloak285a5b70667ec7bb89acdd958c26cc70\"><a href=\"mailto:silveira.rosangela@uol.com.br\">silveira.rosangela@uol.com.br<\/a><\/span><\/h6>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>APARECIDA ROS\u00c2NGELA SILVEIRA &nbsp; LAMA -RICHARDSON PONTONE &nbsp; &nbsp; Supervis\u00e3o cl\u00ednico-institucional e orienta\u00e7\u00e3o psicanal\u00edtica Este trabalho se inscreve na perspectiva de uma experi\u00eancia de supervis\u00e3o cl\u00ednico-institucional, em que foram acompanhadas as equipes da Rede de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial \u2013 com destaque para as conversa\u00e7\u00f5es realizadas com a equipe do Consult\u00f3rio na Rua, dispositivo da Aten\u00e7\u00e3o Prim\u00e1ria&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":58000,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[19],"tags":[],"class_list":["post-1161","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-almanaque-23","category-19","description-off"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1161","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1161"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1161\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58001,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1161\/revisions\/58001"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/58000"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1161"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1161"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1161"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}