{"id":1704,"date":"2021-03-19T06:40:14","date_gmt":"2021-03-19T09:40:14","guid":{"rendered":"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/new\/?p=1704"},"modified":"2025-12-01T13:55:41","modified_gmt":"2025-12-01T16:55:41","slug":"o-analista-essencial1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/2021\/03\/19\/o-analista-essencial1\/","title":{"rendered":"O ANALISTA ESSENCIAL[1]"},"content":{"rendered":"<h6>IRENE ACCARINI<em><br \/>\n<\/em>Psicanalista. Membro da Escola de Orienta\u00e7\u00e3o Lacaniana-EOL\/AMP |\u00a0<span id=\"cloak633c7f64864eefc579d1c1164a880d72\"><a href=\"mailto:iairenela8@gmail.com\">iairenela8@gmail.com<\/a><\/span><\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><strong>Resumo:<\/strong>\u00a0Neste artigo, a partir de uma reflex\u00e3o sobre as sess\u00f5es anal\u00edticas a dist\u00e2ncia, a autora relaciona as no\u00e7\u00f5es da presen\u00e7a do analista e do objeto voz considerando que a experi\u00eancia do inconsciente, desde Freud, \u00e9 marcada pela forma com que a palavra afeta o corpo. Tendo em conta as mudan\u00e7as impostas na rotina de todos pela pandemia do coronav\u00edrus, a autora relata efeitos subjetivos no que diz respeito \u00e0 forma com que atos an\u00f3dinos tornam-se atos de consci\u00eancia constante e reflete sobre a pr\u00e1tica da psican\u00e1lise enquanto restituidora da dimens\u00e3o do inconsciente neste contexto de consci\u00eancia exacerbada.<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave:\u00a0<\/strong>presen\u00e7a do analista; palavra; objeto voz; corpo falante; inconsciente.<\/p>\n<p><strong>Abstract:<\/strong>\u00a0In this article, through a reflection about remote analytical sessions, the author relates the notions of presence of the analyst and the object voice, considering that the experience of the unconscious, since Freud, is marked by the way in which the word affects the body. Taking into account the changes imposed on everyone&#8217;s routine by the coronavirus pandemic, the author reports subjective effects in regard to the way in which anodyne acts become acts of constant consciousness and reflects on the practice of psychoanalysis as a way to restore the dimension of the unconscious, in this context of heightened consciousness.<\/p>\n<p><strong>Keywords:\u00a0<\/strong>presence of the analyst; word; voice object; speaking body; unconscious.<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1705\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a class=\"dt-pswp-item\" href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/ireneacarri-1.jpg\" data-dt-img-description=\"\" data-large_image_width=\"600\" data-large_image_height=\"592\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1705\" class=\"wp-image-1705\" src=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/ireneacarri-1.jpg\" alt=\"\" width=\"451\" height=\"445\" srcset=\"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/ireneacarri-1.jpg 600w, https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/ireneacarri-1-300x296.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 451px) 100vw, 451px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1705\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Jayme Reis<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6><em>Oh, matem\u00e1ticos, esclare\u00e7am seu erro!<br \/>\n<\/em><em>O esp\u00edrito n\u00e3o tem voz, porque onde<br \/>\n<\/em><em>h\u00e1 voz, h\u00e1 corpo<\/em><\/h6>\n<h6>Leonardo da Vinci<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tomando o fio condutor de algumas quest\u00f5es propostas nos n\u00fameros anteriores do boletim<em>\u00a0Discontinuidad,<\/em>\u00a0que colocam em jogo a voz do analista e a sua presen\u00e7a, \u00e9 a experi\u00eancia anal\u00edtica e seu v\u00ednculo particular com o inconsciente o que me det\u00e9m em minha reflex\u00e3o \u2014 n\u00e3o h\u00e1 outra experi\u00eancia como tal. Como faz Carmen Gonz\u00e1lez T\u00e1boas (2020) no Boletim XV, em que indaga: \u201ca comunica\u00e7\u00e3o telef\u00f4nica se sustenta na voz do analista; se, esvaziado do fantasma, ela opera palavra e sil\u00eancio, n\u00e3o seria este um lugar onde pode acontecer a presen\u00e7a real do analista?&#8221;.<\/p>\n<p>Freud inicia sua experi\u00eancia anal\u00edtica desvendando cenas e hist\u00f3rias da\u00a0<em>vida cotidiana<\/em>; \u00e9 a vida cotidiana e seus acontecimentos de palavra que revelam a natureza do inconsciente e fundam a experi\u00eancia anal\u00edtica possibilitando, ali, um encontro in\u00e9dito. \u00c9 com o trabalho da palavra, como \u00e9 falada e situada na escuta anal\u00edtica, que a experi\u00eancia do inconsciente se realiza. Poder\u00e1 o psicanalista, como matem\u00e1tico, em seu c\u00e1lculo transferencial, esclarecer o erro apontado pelo grande Leonardo? O\u00a0<em>parl\u00eatre<\/em>, o corpo falante, lhe d\u00e1 raz\u00e3o, sem d\u00favidas. E faz do inconsciente uma voz n\u00e3o espiritual, mas substancial, carregada de subst\u00e2ncia gozante que, at\u00e9 mesmo nas sess\u00f5es a dist\u00e2ncia, encontra seu lugar. Porque falar e pensar tamb\u00e9m s\u00e3o efeitos de corpo e afetam o corpo. \u201cO pensamento, inclusive aquele tipo de pensamento que Freud chamou de inconsciente, sempre tem a ver com o corpo e, portanto, com sua sexua\u00e7\u00e3o\u201d<a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/index.php\/analsitaess#_edn1\" name=\"_ednref1\">[2]<\/a>, reflete Miller (2013, p. 44) em\u00a0<em>Piezas Sueltas<\/em>.<\/p>\n<p>Claudia Pollak (2020), em seu texto publicado no boletim<em>\u00a0Discontinuidad<\/em>\u00a0XI, prop\u00f5e pensar a sess\u00e3o anal\u00edtica na modalidade telef\u00f4nica como um &#8220;campo sonoro&#8221; e nos lembra que a voz \u00e9 como uma impress\u00e3o digital, \u00fanica para cada pessoa, e um reservat\u00f3rio libidinal.<\/p>\n<p>Portanto, nestes tempos de an\u00e1lise a dist\u00e2ncia, as diversas tecnologias trazem-nos as vozes dos corpos falantes e levam nossa voz e nossa escuta discricion\u00e1ria ao encontro daquele que continua sintomatizando e sinthomatizante.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, na minha pr\u00e1tica, posso encontrar ang\u00fastias, fobias, ins\u00f4nias e ansiedades que os analisandos trazem como \u201cnunca vividos\u201d, algo singular que se instala ap\u00f3s o confinamento pela perda dos h\u00e1bitos cotidianos de cada um, e, para al\u00e9m dos modos singulares, pela fuga do sentido e impedimento de acesso \u00e0s camadas exteriores do \u00e2mbito social, uma consci\u00eancia rigorosa \u00e9 instalada em seu lugar. Assim, as crian\u00e7as que acompanham suas aulas pelo Zoom n\u00e3o t\u00eam um colega ao seu lado para distrair a sua aten\u00e7\u00e3o ou conseguir escapar imaginariamente para outro cen\u00e1rio fora do discurso escolar; os teletrabalhadores n\u00e3o t\u00eam um olhar obl\u00edquo para fazer sua piada ou fugir do cotidiano, e tudo mais o que n\u00e3o estava investido de pensamento e era vazio de forma, hoje adquire o formato e a formula\u00e7\u00e3o de um estrito procedimento de assepsia tipo operat\u00f3rio \u2014 lavar escrupulosamente as m\u00e3os, n\u00e3o tocar no rosto, usar m\u00e1scaras, limpar sapatos, tomar banho toda vez que volta da rua, etc. \u2014 tornando os atos an\u00f3dinos um ato de consci\u00eancia permanente. Essa consci\u00eancia que, como bem disse Lacan, \u00e9 algo que &#8220;se produz toda vez que \u00e9 dada (&#8230;) uma superf\u00edcie tal que possa produzir o que se denomina\u00a0<em>uma imagem<\/em>\u201d (LACAN, 1995, p. 68), ou seja, n\u00e3o \u00e9 um lugar privilegiado na experi\u00eancia humana nem mesmo \u00e9 um fen\u00f4meno constante, mas contingente, reflexivo e amb\u00edguo. E, pelo contr\u00e1rio, aqui e agora, adquire um relevo denso enchendo a vida de detalhes e causando um intenso apagamento subjetivo, dif\u00edcil de suportar.<\/p>\n<p>Tomando o belo conceito de &#8220;hospitalidade&#8221;, que Ramiro Trejo (2020) aponta em seu texto, hospedar o inconsciente \u00e9 uma tarefa que n\u00e3o pode cessar nem ceder a nenhum v\u00edrus oportunista, mas sim encontrar a forma mais viva de presen\u00e7a, como tamb\u00e9m discorre Ang\u00e9lica Marchesini (2020) distinguindo o lugar do analista de sua presen\u00e7a enigm\u00e1tica. Entendo que \u00e9 o pr\u00f3prio inconsciente, transferencial e real, que tece essa presen\u00e7a do analista, se este se serve de sua voz no novo campo sonoro da sess\u00e3o&#8230; Tal como testemunha o sonho atual de uma analisante, que sonha que sua analista aparece no jardim de sua casa, a quem ela avista pela janela do quarto onde est\u00e1 dormindo. Despertar do Inconsciente para o inquietante da estranha familiaridade transferencial.<\/p>\n<p>O \u201cinconsciente depositado\u201d mostra-se como saber indel\u00e9vel, do qual nos falou \u00c9ric Laurent (2019) nos coment\u00e1rios dos testemunhos de passe nas Jornadas \u201c<em>El Inconsciente a\u00fan\u201d<\/em>\u00a0do ano passado. \u00c9 escandaloso, afirmou Laurent, que o inconsciente n\u00e3o seja fugaz, mas tenha esse car\u00e1ter de\u00a0<em>\u201c<\/em>depositado&#8221; na\u00a0<em>Lalangue<\/em>. E l\u00e1 deve encontrar seu analista hospedeiro para fazer furo na\u00a0<em>Lalangue<\/em>. O inconsciente \u00e9 furado no ato anal\u00edtico e n\u00e3o se esvazia, o que n\u00e3o \u00e9 a mesma coisa.<\/p>\n<p>N\u00f3s, analistas, e o discurso do qual nos valemos, portamos os meios essenciais para restituir o inconsciente ao mundo atual, atormentado por esses fen\u00f4menos de prolifera\u00e7\u00e3o de atos de consci\u00eancia para fazer ressoar a voz que resguarde os corpos falantes.<br \/>\n<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h6><strong>Tradu\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Maria Am\u00e9lia Tostes<\/h6>\n<h6><strong>Revis\u00e3o:\u00a0<\/strong>Ernesto Anzalone<\/h6>\n<hr \/>\n<h6><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h6>\n<h6>T\u00c1BOAS, C, G. (2020).\u00a0<strong>Una elecci\u00f3n forzada<\/strong>. Discontinuidad Nueva serie Nro. XV. Agosto 2020. Dispon\u00edvel em: https:\/\/es-la.facebook.com\/EOLSeccionLaPlata\/posts\/compartimos-discontinuidad-nueva-serie-nxv\/1398477443688683\/ Acesso em: 09 jan. 2020.<\/h6>\n<h6>LACAN, J. (1954-55).\u00a0<strong>O semin\u00e1rio, livro 2: o Eu na teoria de Freud e na t\u00e9cnica da psican\u00e1lise<\/strong>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995.<\/h6>\n<h6>LAURENT, E.\u00a0<strong>Notas sobre su intervenci\u00f3n al testimonio de Irene Kuperwajcs<\/strong>\u00a0em Jornadas anuales de la Eol &#8220;El inconsciente a\u00fan&#8221;. In\u00e9dito. 2019.<\/h6>\n<h6>MARCHESINI, A. (2020)\u00a0<strong>Presencias<\/strong>. Discontinuidad Nueva serie Nro. IV. jul. 2020. Dispon\u00edvel em:\u00a0<a href=\"https:\/\/es-la.facebook.com\/EscuelaDeLaOrientacionLacanianaEol\/posts\/discontinuidad-nueva-serie-n-ivhttpwwweolorgarpublicacioneson_linediscontinuidad\/3597576986938676\/\">https:\/\/es-la.facebook.com\/EscuelaDeLaOrientacionLacanianaEol\/posts\/discontinuidad-nueva-serie-n-ivhttpwwweolorgarpublicacioneson_linediscontinuidad\/3597576986938676\/<\/a>. \u00a0Acesso em: jan. 2020.<\/h6>\n<h6>MILLER, J-A. (2004-2005).\u00a0<strong>Piezas sueltas<\/strong>. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2013.<\/h6>\n<h6>POLLAK, C. (2020)\u00a0<strong>Entonces\u2026 \u00a1A inventar!\u00a0<\/strong>Discontinuidad Nueva serie, n\u00ba XI. Julio 2020.\u00a0 Dispon\u00edvel em:\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/EOLSeccionLaPlata\/posts\/compartimos-discontinuidad-nueva-serie-n-xihttpwwweolorgarpublicacioneson_linedi\/1387954574740970\/\">https:\/\/www.facebook.com\/EOLSeccionLaPlata\/posts\/compartimos-discontinuidad-nueva-serie-n-xihttpwwweolorgarpublicacioneson_linedi\/1387954574740970\/<\/a>\u00a0Acesso em: jan. 2020.<\/h6>\n<h6>TREJO, R. (2020)\u00a0<strong>Hacer con lo irremediable<\/strong>. Discontinuidad Nueva serie n\u00ba. XVI. Agosto 2020.\u00a0 Dispon\u00edvel em:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/EscuelaDeLaOrientacionLacanianaEol\/posts\/3693626534000387\">https:\/\/www.facebook.com\/EscuelaDeLaOrientacionLacanianaEol\/posts\/3693626534000387<\/a>\u00a0 Acesso em: jan. 2020.<\/h6>\n<h6><\/h6>\n<h6><a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/index.php\/analsitaess#_ednref1\" name=\"_edn1\">[1]<\/a>\u00a0Artigo originalmente publicado no Boletim Discontinuidad-Nueva Serie No. XXI, setembro de 2020. Dispon\u00edvel em:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.eol.org.ar\/publicaciones\/on_line\/discontinuidad\/images\/ns_021.jpg?fbclid=IwAR3pqx5miheS4M_b1qu3dHBTZUSs0ZjJmT2VBCuFYQc5478uh8zkzLio6nQ\">http:\/\/www.eol.org.ar\/publicaciones\/on_line\/discontinuidad\/images\/ns_021.jpg?fbclid=IwAR3pqx5miheS4M_b1qu3dHBTZUSs0ZjJmT2VBCuFYQc5478uh8zkzLio6nQ<\/a>\u00a0Acesso em: 09 de jan. de 2020.<\/h6>\n<h6><a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/index.php\/analsitaess#_ednref2\" name=\"_edn2\">[2]<\/a>\u00a0Tradu\u00e7\u00e3o nossa.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>IRENE ACCARINI Psicanalista. 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