{"id":2085,"date":"2023-08-19T06:42:44","date_gmt":"2023-08-19T09:42:44","guid":{"rendered":"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/new\/?p=2085"},"modified":"2025-12-01T12:12:13","modified_gmt":"2025-12-01T15:12:13","slug":"editorial-almanaque-no30","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/2023\/08\/19\/editorial-almanaque-no30\/","title":{"rendered":"EDITORIAL &#8211; ALMANAQUE N\u00ba30"},"content":{"rendered":"<h6><strong>Patr\u00edcia Ribeiro<\/strong><\/h6>\n<div id=\"attachment_2086\" style=\"width: 1664px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a class=\"dt-pswp-item\" href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/EDITORIAL-3.jpg\" data-dt-img-description=\"\" data-large_image_width=\"1654\" data-large_image_height=\"1081\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2086\" class=\"wp-image-2086\" src=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/EDITORIAL-3-1024x669.jpg\" alt=\"\" width=\"595\" height=\"389\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2086\" class=\"wp-caption-text\">CAROLINA BOTURA.\u00a02018<\/p><\/div>\n<p>Com este n\u00famero comemoramos, com muita alegria, a 30\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Almanaque On-line, cujo formato digital se iniciou h\u00e1 pouco mais de 15 anos!<\/p>\n<p>Desta vez, norteados pelo tema\u00a0<em>O encontro com um psicanalista hoje,\u00a0<\/em>seus artigos d\u00e3o testemunho da import\u00e2ncia da presen\u00e7a do discurso psicanal\u00edtico em nossos dias, face \u00e0 presen\u00e7a hegem\u00f4nica de um discurso que impele a um imperativo de gozo, consoante com a sociedade atual de consumo em seu pacto com a ci\u00eancia.<\/p>\n<p>Essa alian\u00e7a promoveu profundas modifica\u00e7\u00f5es nos la\u00e7os sociais e em nosso modo de viver, conforme destaca \u00a0Margarida Assad, nossa colega e entrevistada desta edi\u00e7\u00e3o. Como ela aponta, vivemos em uma \u00e9poca marcada, por um lado, pela preval\u00eancia de um empuxo ao mais de gozar e, por outro, pela preponder\u00e2ncia de solu\u00e7\u00f5es universais \u00e0s quest\u00f5es subjetivas, saberes prontos para usar de forma indiscriminada. N\u00e3o por acaso, acrescenta Margarida, as institui\u00e7\u00f5es sociais, entre elas, a fam\u00edlia, \u201cs\u00e3o esmagadas pelas novas formas de configura\u00e7\u00e3o do gozo, sem conseguirem sustentar o tempo do vazio necess\u00e1rio para que cada um possa se arranjar com seu desejo\u201d. Ela ainda nos esclarece sobre o que est\u00e1 em jogo na forma\u00e7\u00e3o atual dos grupos, tomando como exemplos grupos estruturados a partir de significantes que traem a presen\u00e7a da puls\u00e3o de morte em seus fundamentos \u2014 algo que muito recentemente assistimos, perplexos, em nosso pa\u00eds. Todavia, conforme Margarida, outras forma\u00e7\u00f5es de grupos de nossa \u00e9poca permitem, ainda que de modo peculiar, manter o la\u00e7o social \u201cimpedindo que se radicalize entre eles um gozo forjado pela marca irredut\u00edvel da linguagem\u201d.<\/p>\n<p>Abrindo a rubrica\u00a0<em>Trilhamentos<\/em>, Laura Rubi\u00e3o nos convida para pensar como o analista pode se fazer presente em nossa \u00e9poca, distante das \u201cconcep\u00e7\u00f5es tradicionais que evocavam o analista como figura neutra ou desinteressada\u201d. Ao contr\u00e1rio, ela salienta a import\u00e2ncia de que ele se fa\u00e7a presente como \u201caquele que escolhe estar ao lado da urg\u00eancia do falasser e da solu\u00e7\u00e3o sinthom\u00e1tica de cada um frente ao real do gozo\u201d. Gilles Chatenay aborda a presen\u00e7a do real na experi\u00eancia anal\u00edtica tomando como ponto de partida o semin\u00e1rio de Lacan sobre a transfer\u00eancia. Esteban Pikiewicz percorre os textos de Freud e de Lacan para elucidar o que estaria implicado no sintagma \u201cpresen\u00e7a do analista\u201d e sua articula\u00e7\u00e3o ao desejo do analista em sua dimens\u00e3o real.<\/p>\n<p>Em\u00a0<em>Encontros<\/em>, Margaret Couto discute a cren\u00e7a na exist\u00eancia de um corpo natural sustentada pelas terapias cognitivas comportamentais, corpo pass\u00edvel de ser quantificado, domesticado e adaptado aos ideais da cultura. Ao contr\u00e1rio disso, uma vinheta cl\u00ednica por ela apresentada atesta os efeitos da presen\u00e7a do psicanalista na cl\u00ednica com crian\u00e7as, verificando, uma vez mais, que o corpo n\u00e3o se reduz aos dados biol\u00f3gicos. Clarisse Boechat nos oferece suas reflex\u00f5es sobre sua experi\u00eancia de trabalho como psic\u00f3loga do &#8220;Consult\u00f3rio na Rua&#8221;, no centro do Rio de Janeiro, orientada pela pergunta \u201cquando a psican\u00e1lise alcan\u00e7a as ruas, o que fazem os analistas?\u201d e buscando, por fim, localizar \u201co que houve de anal\u00edtico naqueles encontros at\u00edpicos nas ruas, em configura\u00e7\u00f5es bem distintas do\u00a0<em>setting<\/em>\u00a0tradicionalmente cl\u00ednico\u201d. Florencia Shanahan interroga sobre os modos de presen\u00e7a em uma an\u00e1lise apontando o lugar fundamental que o atendimento virtual teve para ela. No entanto, questiona a possiblidade de um final de an\u00e1lise, caso assim permanecesse. Fechando essa rubrica, Guy de Villers nos brinda com o relato dos efeitos de seu primeiro encontro com Lacan, causa da interpela\u00e7\u00e3o de seu desejo de \u201ctudo compreender\u201d. A partir desse encontro, o autor discute o que a presen\u00e7a de Lacan introduziu na pr\u00e1tica da psican\u00e1lise.<\/p>\n<p>Os 15 anos da Almanaque On-line s\u00e3o tamb\u00e9m comemorados pela presen\u00e7a, a partir desta edi\u00e7\u00e3o, de uma nova rubrica, que apresentar\u00e1 ao leitor os trabalhos apresentados nas Li\u00e7\u00f5es Introdut\u00f3rias \u2014 atividade ligada \u00e0 Se\u00e7\u00e3o de Ensino do IPSM-MG cujo objetivo \u00e9 transmitir \u00e0 nossa comunidade os textos seminais de Freud e Lacan. Nessa rubrica de estreia, voc\u00eas ter\u00e3o a oportunidade de conhecer artigos que tiveram como horizonte de pesquisa o tema\u00a0<em>Des-montar a defesa<\/em>. Como nos explica Virg\u00ednia Carvalho, esse t\u00edtulo ressoa a orienta\u00e7\u00e3o lacaniana de que \u201cdes-montar a defesa \u00e9 o &#8216;cora\u00e7\u00e3o&#8217;, a matriz mesma da opera\u00e7\u00e3o anal\u00edtica\u201d, e a inclus\u00e3o do h\u00edfen no \u2018des-montar\u2019 visa ressaltar \u201ca ideia de que h\u00e1 sempre uma nova montagem a ser feita, uma vez que n\u00e3o se elimina a defesa\u201d. A autora revela que a quest\u00e3o que permeou sua leitura se condensa na frase \u201ccomo algu\u00e9m pode n\u00e3o se defender?\u201d. Em sua rigorosa leitura dos textos freudianos e das contribui\u00e7\u00f5es de Lacan e Miller sobre o conceito de defesa, ela esclarece pontos fundamentais quanto \u00e0 inexor\u00e1vel presen\u00e7a da defesa em todo falasser, frisando suas particularidades nos quadros cl\u00ednicos das neuroses e psicoses. Cristina Drummond, por sua vez, aborda a import\u00e2ncia do conceito de defesa prim\u00e1ria como norteador da cl\u00ednica freudo-lacaniana. Tal conceito \u00e9 apresentado como orientador na dire\u00e7\u00e3o do tratamento, seja em casos nos quais a forma\u00e7\u00e3o do sintoma se estrutura pelo recalque e \u00e9 pass\u00edvel de decifra\u00e7\u00e3o, permitindo a desmontagem de sentido, seja nos fen\u00f4menos de corpo, como as toxicomanias e anorexias. M\u00f4nica Campos destaca que, para Freud, a pr\u00f3pria defini\u00e7\u00e3o de sintoma pressup\u00f5e a conex\u00e3o entre gozo e defesa, pois, \u201cno sintoma, trata-se de obter satisfa\u00e7\u00e3o e de defender-se dela\u201d. E, lembra a autora, desse v\u00ednculo entre gozo e defesa decorre a observa\u00e7\u00e3o de Lacan quanto ao \u201cparadoxo de que os doentes sofrem dos seus sintomas, mas n\u00e3o parecem desejar tanto assim desfazer-se deles\u201d. A leitura de Cristiana Pittella do texto freudiano &#8220;Neurose e psicose&#8221; explora a ideia desse conflito defesa e gozo \u201cque perpassa a obra de Freud\u201d, isto \u00e9, \u201centre for\u00e7as antag\u00f4nicas, a defesa e as mo\u00e7\u00f5es pulsionais\u201d, e esclarece que \u00e9 a partir da posi\u00e7\u00e3o do eu nesse conflito que Freud vai delimitar a neurose e a psicose como modos de defesa. J\u00e1 em seu texto, Luciana Silviano Brand\u00e3o trata do debate desde cedo aberto por Freud, que culminou em seu artigo de 1937, &#8220;A an\u00e1lise finita e infinita&#8221;, indagando sobre as possibilidades de um final de an\u00e1lise. A quest\u00e3o de fundo, enfatiza a autora, seria a pergunta sobre a possibilidade de resolver de forma definitiva o conflito entre a puls\u00e3o e a defesa. Fechando essa nova rubrica, Lucia Mello se det\u00e9m sobre o artigo inacabado de Freud &#8220;Uma cis\u00e3o do Eu \u2014\u00a0<em>Ichspaltung<\/em>&#8221; orientando-se pelas leituras de Lacan e Miller e suas preciosas contribui\u00e7\u00f5es sobre esse tema para a atualidade do trabalho cl\u00ednico.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia apresentamos, em\u00a0<em>Incurs\u00f5es<\/em>, trabalhos dos n\u00facleos da Se\u00e7\u00e3o Cl\u00ednica do IPSM-MG. S\u00e9rgio de Campos e Fernanda Otoni discorrem sobre a particularidade da presen\u00e7a do analista em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 psicose ordin\u00e1ria, casos que se manifestam na cl\u00ednica sob formas de gozo que \u201cexigem um tempo maior para que uma precis\u00e3o diagn\u00f3stica se esclare\u00e7a\u201d, n\u00e3o restrita a respostas sobre sim ou n\u00e3o \u00e0 presen\u00e7a do Nome-do-Pai. Campos acrescenta que, longe de se tratar de uma nova categoria diagn\u00f3stica, ela \u201cexpressa a ponta de um\u00a0<em>iceberg<\/em>\u00a0de uma psicose cl\u00e1ssica que se encontra submersa e subjacente\u201d. J\u00e1 Otoni, comentando o texto de Campos, indaga se o sintagma &#8220;psicose ordin\u00e1ria&#8221; n\u00e3o seria um convite para explorarmos as consequ\u00eancias da afirmativa de Miller quanto \u00e0 \u201cigualdade cl\u00ednica fundamental entre os falasseres\u201d e, por conseguinte, fazermos um deslocamento da pergunta de \u201co que ser\u00e1 que ele \u00e9\u201d para \u201ccomo \u00e9 que ele funciona\u201d. Philippe Lacad\u00e9e traz importantes elementos para pensarmos as primeiras rela\u00e7\u00f5es da crian\u00e7a com o Outro sobre o prisma dos &#8220;pais traum\u00e1ticos&#8221;, express\u00e3o que encontramos em Lacan para indicar que \u201ctodo pai ou m\u00e3e \u00e9 traum\u00e1tico\u201d por portar um gozo cuja significa\u00e7\u00e3o escapa \u00e0 crian\u00e7a, e, seguindo em sua leitura do\u00a0<em>Semin\u00e1rio 19<\/em>, evoca a aproxima\u00e7\u00e3o lacaniana entre essa posi\u00e7\u00e3o traum\u00e1tica dos pais e a posi\u00e7\u00e3o do psicanalista. Ondina Machado traz uma importante reflex\u00e3o sobre as implica\u00e7\u00f5es da criminaliza\u00e7\u00e3o do aborto sob a perspectiva da psican\u00e1lise, tomando como premissa que o desejo de ter um filho \u201cn\u00e3o \u00e9 solu\u00e7\u00e3o para todas as mulheres\u201d. O neologismo\u00a0<em>adix\u00f5es<\/em>, cunhado por Ernesto Sinatra, \u00e9 trazido \u00e0 discuss\u00e3o em seu texto. Inspirado pelo\u00a0<em>X<\/em>\u00a0freudiano da express\u00e3o\u00a0<em>fixierung<\/em>, o autor pretende ressaltar a marca da fixa\u00e7\u00e3o singular de satisfa\u00e7\u00e3o com que cada UM responde ao trauma da n\u00e3o-rela\u00e7\u00e3o e, assim, diferenci\u00e1-lo das generaliza\u00e7\u00f5es dadas ao termo adi\u00e7\u00f5es, para o qual toda e qualquer forma de consumo se aplica. Nath\u00e1lia Temponi e Cl\u00e1udia Reis se valem de uma vinheta cl\u00ednica para se perguntarem sobre a natureza da rela\u00e7\u00e3o de um sujeito com a subst\u00e2ncia t\u00f3xica e sobre os efeitos de seu encontro com uma psicanalista. S\u00edlvia Soares reflete sobre os efeitos da incid\u00eancia massiva do mundo digital (jogos e celulares) na cl\u00ednica com crian\u00e7as e adolescentes interpelando sobre as possibilidades de estabelecimento de uma abertura ao saber inconsciente no caso de sujeitos que creem ter o objeto em suas m\u00e3os, e, em vista disso, sobre como convoc\u00e1-los a desejar, a querer saber sobre um mais-al\u00e9m desse gozo opaco. Alessandra Rocha trata da quest\u00e3o do grito silencioso a partir do acontecimento de corpo pol\u00edtico na perspectiva da cl\u00ednica psicanal\u00edtica com crian\u00e7as, tomando a quest\u00e3o do grito e do sil\u00eancio em Lacan para evidenciar a sua import\u00e2ncia na psican\u00e1lise.<\/p>\n<p><em>De uma nova gera\u00e7\u00e3o<\/em>\u00a0traz os artigos de tr\u00eas alunos do Curso de Psican\u00e1lise e se inicia com a discuss\u00e3o trazida por Isadora Urbano sobre o papel da escrita como suporte ps\u00edquico para a poeta norte-americana Sylvia Plath, buscando, em trechos de seus di\u00e1rios, cartas, poemas e no romance\u00a0<em>A redoma de vidro<\/em>, as dimens\u00f5es que a escrita assumiu na vida dessa autora. Wallace Faustino Rodrigues, por sua vez, examina, \u00e0 luz dos tr\u00eas tempos l\u00f3gicos do \u00c9dipo propostos por Lacan, a paternidade na neurose obsessiva a partir de fragmentos da obra do escritor noruegu\u00eas Karl Ove Knausgard. Fechando a rubrica, Marina del Papa nos transmite o relato de sua experi\u00eancia cl\u00ednica orientada pela psican\u00e1lise dentro de um hospital, salientando que sua pr\u00e1tica lhe trouxe a possibilidade de n\u00e3o apenas revisitar conceitos importantes \u00e0 escuta cl\u00ednica, como fez ressoar a pot\u00eancia da presen\u00e7a do analista com seu corpo.<\/p>\n<p>Esta edi\u00e7\u00e3o do anivers\u00e1rio de 15 anos contou com as belas e instigantes imagens generosamente cedidas por Carolina Botura. Graduada pela Escola Guignard \u2013 UEMG em Pintura e Escultura, Carolina trabalha com cruzamento e prolongamento de linguagens, tendo a a\u00e7\u00e3o como disparadora de sua produ\u00e7\u00e3o em desenho, pintura, escultura, instala\u00e7\u00e3o, performance, v\u00eddeo, m\u00fasica e cer\u00e2mica. Suas pesquisas est\u00e3o relacionadas \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o e ao movimento, ao caos e \u00e0 origem, atravessados pelo vi\u00e9s do tempo para tratar de temas como animalidade, amor, morte, magia, perda, sexualidade, espiritualidade, energia, pol\u00edtica e natureza. Paulista de Botucatu, vive e trabalha em Belo Horizonte e j\u00e1 participou de diversas mostras, individuais e coletivas, e resid\u00eancias art\u00edsticas no Brasil e no exterior. \u00c9 tamb\u00e9m poeta e performer.<\/p>\n<p>Antes de convid\u00e1-los para a leitura, gostaria de parabenizar os colegas que estiveram presentes durante todos esses anos na produ\u00e7\u00e3o da Almanaque On-line, seus diretores de publica\u00e7\u00e3o, membros das equipes da revista e os autores que, desde 2007, contribuem para a sua import\u00e2ncia como meio de divulga\u00e7\u00e3o do trabalho de pesquisa e ensino da psican\u00e1lise de orienta\u00e7\u00e3o lacaniana realizado no Instituto de Psican\u00e1lise e Sa\u00fade Mental de Minas Gerais. E, mais uma vez, quero deixar o agradecimento aos colegas da equipe atual.<\/p>\n<p>Obrigada pela parceria t\u00e3o dedicada e entusiamada!<\/p>\n<h6>Carolina Botura:<br \/>\nhttps:\/\/www.instagram.com\/carolabotura\/<br \/>\nhttps:\/\/www.carolinabotura.com<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Patr\u00edcia Ribeiro Com este n\u00famero comemoramos, com muita alegria, a 30\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Almanaque On-line, cujo formato digital se iniciou h\u00e1 pouco mais de 15 anos! 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