{"id":2452,"date":"2024-02-19T08:02:23","date_gmt":"2024-02-19T11:02:23","guid":{"rendered":"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/new\/?p=2452"},"modified":"2025-12-15T10:32:00","modified_gmt":"2025-12-15T13:32:00","slug":"almanaque-on-line-marco-2024-no-32","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/2024\/02\/19\/almanaque-on-line-marco-2024-no-32\/","title":{"rendered":"Almanaque On-line &#8211; Mar\u00e7o\/2024 &#8211; N\u00ba 32"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row bg_type=&#8221;bg_color&#8221; bg_color_value=&#8221;#efefef&#8221;][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<h5 style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/publicacoes\/almanaque-on-line\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00a0ALMANAQUE<\/a> | <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/publicacoes\/normas-de-publicacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">NORMAS<\/a> | <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/expediente-almanaque-on-line-32\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">EXPEDIENTE<\/a> | <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/contato\/\">CONTATO<\/a><\/h5>\n<p>[\/vc_column_text][vc_empty_space][vc_column_text]<\/p>\n<h5 style=\"text-align: center;\">ISSN 1982-5617<\/h5>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"dt-fancy-separator title-left h2-size accent-border-color\" style=\"width: 100%;\"><div class=\"dt-fancy-title\" style=\"color: #1e73be;\"><span class=\"separator-holder separator-left\"><\/span>EDITORIAL<span class=\"separator-holder separator-right\"><\/span><\/div><\/div>[vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;2100&#8243; img_size=&#8221;1240&#215;300&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">Patr\u00edcia Ribeiro<\/span><\/h4>\n<p>Esta edi\u00e7\u00e3o da Almanaque On-line traz um desdobramento do n\u00famero anterior, quando o foco da pesquisa do IPSM-MG, em conson\u00e2ncia com os temas do XIV Congresso da AMP e da 26\u00aa Jornada da EBP-MG, foi o de explorar o aforismo lacaniano \u201ctodo mundo \u00e9 louco, ou seja, delirante\u201d. Tal loucura se define pela cren\u00e7a em um Outro que, ainda que n\u00e3o exista, protege o ser falante daquilo que \u00e9 insuport\u00e1vel no real. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/editorial-almanaque-no32\/\">(Leia mais)<\/a>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;40px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"dt-fancy-separator title-left h2-size accent-border-color\" style=\"width: 100%;\"><div class=\"dt-fancy-title\" style=\"color: #1e73be;\"><span class=\"separator-holder separator-left\"><\/span>TRILHAMENTOS<span class=\"separator-holder separator-right\"><\/span><\/div><\/div>[vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;58689&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; add_caption=&#8221;yes&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; onclick=&#8221;link_image&#8221; css=&#8221;&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">UMA EXPERI\u00caNCIA DE SORTE &#8211; S\u00c9RGIO DE MATTOS<\/span><\/h4>\n<p>Estou honrado pelo convite de ser o respons\u00e1vel por esta atividade que \u00e9 a aula inaugural do instituto IPSM-MG. Agrade\u00e7o em especial \u00e0 Lilany e \u00e0 Diretoria pelo convite. Essa atividade inaugura o come\u00e7o dos nossos trabalhos do segundo semestre deste ano. Inaugurar e come\u00e7ar s\u00e3o praticamente sin\u00f4nimos. Entretanto, a palavra \u201ccome\u00e7ar\u201d nos remete a uma continuidade, por isso falamos de come\u00e7ar a analisar-se, e n\u00e3o em inaugurar uma an\u00e1lise. Inauguro, assim, o come\u00e7o das atividades do Instituto com o assunto que ocupar\u00e1 nossa aten\u00e7\u00e3o no X ENAPOL, cujo t\u00edtulo \u00e9 \u201cCome\u00e7ar a analisar-se\u201d.\u00a0 Esse t\u00edtulo foi escolhido com cuidado pela sua import\u00e2ncia cl\u00ednica&#8230; <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/uma-experiencia-de-sorte1\/\">(Leia mais)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">A CL\u00cdNICA NA ERA DO REAL &#8211; ESTHELA SOLANO-SUAREZ<\/span><\/h4>\n<p>A cl\u00ednica psicanal\u00edtica n\u00e3o \u00e9 uma cl\u00ednica do comportamento, nem de seus transtornos. Ela n\u00e3o se confunde com uma visada educativa que se declina segundo os crit\u00e9rios em conformidade com uma \u201cnorma\u201d. Ela n\u00e3o se limita a um puro formalismo pr\u00e1tico, que quer explicar aquilo que se faz ou que n\u00e3o se faz (LACAN, 1955\/1998, p. 326). A cl\u00ednica psicanal\u00edtica n\u00e3o se encontra em nenhum outro lugar a n\u00e3o ser \u201cno que se diz em uma an\u00e1lise\u201d (LACAN, 1977, p. 7, tradu\u00e7\u00e3o nossa). N\u00e3o \u00e9, portanto, uma cl\u00ednica do fazer, mas uma cl\u00ednica na qual o dito se renova n\u00e3o por uma realidade factual, mas por sua rela\u00e7\u00e3o com o dizer. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/a-clinica-no-era-do-real1\/\">(Leia mais)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">O ATO DE LEITURA EM PSICAN\u00c1LISE &#8211; RAM MANDIL<\/span><\/h4>\n<p>O que pode ser o ato anal\u00edtico na \u00e9poca dos protocolos e das diretrizes terap\u00eauticas, em que a a\u00e7\u00e3o ideal consiste em reduzir, ao m\u00ednimo, toda possibilidade de imprevisto? Como observa \u00c9ric Laurent, trata-se de um \u201dideal de a\u00e7\u00e3o calculada\u201d, na medida em que um ato \u00e9 concebido como assimil\u00e1vel ao racioc\u00ednio, como a conclus\u00e3o l\u00f3gica das suas premissas. Ele nos lembra que vivemos a era da gest\u00e3o como modelo da a\u00e7\u00e3o, como c\u00e1lculo de proveitos e codifica\u00e7\u00e3o das escolhas, em nome do bem-estar individual ou coletivo. Nesse sentido, \u00e9 importante colocar o ato anal\u00edtico em perspectiva, numa \u00e9poca em que se busca tamponar os encontros, cada vez mais frequentes, com a inconsist\u00eancia do Outro. Assim, podemos dizer que h\u00e1 uma foraclus\u00e3o do ato em muitos dom\u00ednios de nossa cultura que envolvem a tomada de decis\u00f5es, quando se manifesta uma descontinuidade entre o ato e suas premissas. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/o-ato-de-leitura-em-psicanalise1\/\">(Leia mais)<\/a>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;40px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"dt-fancy-separator title-left h2-size accent-border-color\" style=\"width: 100%;\"><div class=\"dt-fancy-title\" style=\"color: #1e73be;\"><span class=\"separator-holder separator-left\"><\/span>ENTREVISTA<span class=\"separator-holder separator-right\"><\/span><\/div><\/div>[vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;2143&#8243; img_size=&#8221;1240&#215;300&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">ALMANAQUE ON-LINE 32 ENTREVISTA OSCAR VENTURA<\/span><\/h4>\n<p><strong>Almanaque On-line: <\/strong>Em seu texto \u201cQuando um sonho desperta Um corpo\u201d, \u00a0h\u00e1 um ensinamento em que clareza e beleza se combinam em uma transmiss\u00e3o. Cito abaixo a frase em quest\u00e3o, e pe\u00e7o que nos fale como o analista pode chegar a esse ponto de \u201cprecis\u00e3o\u201d que voc\u00ea disse e que marca a fineza de uma cl\u00ednica lacaniana.. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/almanaque-on-line-32-entrevista-oscar-ventura\/\">(Leia mais)<\/a>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;40px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"dt-fancy-separator title-left h2-size accent-border-color\" style=\"width: 100%;\"><div class=\"dt-fancy-title\" style=\"color: #1e73be;\"><span class=\"separator-holder separator-left\"><\/span>ENCONTROS<span class=\"separator-holder separator-right\"><\/span><\/div><\/div>[vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;58691&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; add_caption=&#8221;yes&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; onclick=&#8221;link_image&#8221; css=&#8221;&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">CINCO TESES SOBRE AS N\u00daPCIAS DO DICO E DO NEURO &#8211; HERV\u00c9 CASTANET<\/span><\/h4>\n<p>Uma tese invade hoje a episteme e pretende fazer a separa\u00e7\u00e3o entre o que \u00e9 cl\u00ednico e o que n\u00e3o \u00e9. Orientados pela psican\u00e1lise, \u00e9 necess\u00e1rio esfregar os olhos para perceber o que tem sido bombardeado: o c\u00e9rebro \u00e9 uma m\u00e1quina \u2013 \u00e0 maneira sofisticada de Turing \u2013 de processar informa\u00e7\u00f5es. \u00c9 o \u00f3rg\u00e3o no qual reside toda causalidade dita mental.<\/p>\n<p>O mental a\u00ed se reduz ao neuronal, e o inconsciente, que nada tem a ver com aquele de Freud e de Lacan, pode ser aceito com a condi\u00e7\u00e3o de que seja provido de c\u00f3rtex. Querer enla\u00e7ar tra\u00e7o sin\u00e1ptico e tra\u00e7o ps\u00edquico, ainda que se referindo ao primeiro Freud, participa desse mesmo empreendimento de naturaliza\u00e7\u00e3o: o inconsciente, sim, mas n\u00e3o sem o neoc\u00f3rtex. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/cinco-teses-sobre-as-nupcias-do-dico-e-do-neuro12\/\">(Leia mais)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">Adeline, uma garotinha reservada &#8211; Jacqueline Dh\u00e9ret<\/span><\/h4>\n<p>A garotinha de sete anos e meio, que recebi durante dois anos e revi novamente quando esteve em Lyon, me contou suas preocupa\u00e7\u00f5es. Ela \u201cn\u00e3o sabe como fazer\u201d com seu pai. Ela veio acompanhada pela m\u00e3e, que explica a situa\u00e7\u00e3o insustent\u00e1vel que vem enfrentando h\u00e1 v\u00e1rios anos. O juiz de fam\u00edlia encarregado do div\u00f3rcio dos pais planeja encaminhar o caso ao juiz da inf\u00e2ncia, porque o pai de Adeline, que se afirma transexual,vive um relacionamento com um companheiro. O juiz esteve com os pais e est\u00e1 reticente em permitir que a crian\u00e7a frequente a casa do pai, que est\u00e1 disposto a continuar a ver sua filha. A crian\u00e7a circula entre pai e m\u00e3e e permanece calada. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/2153-2\/\">(Leia mais)<\/a>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;40px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"dt-fancy-separator title-left h2-size accent-border-color\" style=\"width: 100%;\"><div class=\"dt-fancy-title\" style=\"color: #1e73be;\"><span class=\"separator-holder separator-left\"><\/span>PREL\u00daDIOS<span class=\"separator-holder separator-right\"><\/span><\/div><\/div>[vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;2122&#8243; img_size=&#8221;1240&#215;300&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">Neurose e psicose: um in\u00edcio de compreens\u00e3o &#8211; Luciana Silviano Brand\u00e3o<\/span><\/h4>\n<p>No pequeno texto \u201cNeurose e psicose\u201d, escrito e publicado por Freud em 1924, h\u00e1, pela primeira vez, a ocorr\u00eancia do termo \u201cpsicose\u201d em um t\u00edtulo. V\u00ea-se tamb\u00e9m a separa\u00e7\u00e3o entre duas entidades cl\u00ednicas: neurose e psicose. Vale lembrar que as concep\u00e7\u00f5es tratadas aqui s\u00e3o fruto dos avan\u00e7os do psicanalista em sua elabora\u00e7\u00e3o da segunda t\u00f3pica e, especialmente, depois de \u201cO eu e o isso\u201d, publicado no ano anterior. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/neurose-e-psicose-um-inicio-de-compreensao\/\">(Leia mais)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">Manuscrito H &#8211; Elisa Alvarenga<\/span><\/h4>\n<p>Come\u00e7o com uma pergunta: a psicose \u00e9 para Freud uma estrutura, no sentido lacaniano do termo? Abordada inicialmente no quadro das \u201cNeuropsicoses de defesa\u201d, a psicose \u00e9 vista como uma maneira espec\u00edfica de defesa, e como tal distinta da neurose. Freud se interessa num primeiro momento pelas psicoses, no plural, pois ele distingue diversas maneiras de enfrentar realidades penosas, no sentido de representa\u00e7\u00f5es inconcili\u00e1veis com o eu. O mecanismo do recalque j\u00e1 est\u00e1 ent\u00e3o no centro do problema. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/2121-2\/\">(Leia mais)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">Constitui\u00e7\u00e3o e perda do campo da realidade &#8211; K\u00e1tia Mari\u00e1s<\/span><\/h4>\n<p>Para Freud, a condi\u00e7\u00e3o para que a realidade seja constitu\u00edda \u00e9 que algo seja subtra\u00eddo ao sujeito, funcionando como \u00edndice de uma realidade externa. \u00c9 esse vazio subjetivo que organiza e corrige o mundo interno.<\/p>\n<p>O campo da realidade n\u00e3o \u00e9 dado a priori, precisa ser constru\u00eddo, pois n\u00e3o depende da percep\u00e7\u00e3o do objeto, n\u00e3o diz respeito a nenhuma realidade exterior, mas refere-se ao objeto perdido. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/constituicao-e-perda-do-campo-da-realidade\/\">(Leia mais)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">Comunica\u00e7\u00e3o de um caso de paranoia que contradiz a teoria psicanal\u00edtica &#8211; Lucia Mello<\/span><\/h4>\n<p>Comentar o ensaio cl\u00ednico de 1915 intitulado \u201cComunica\u00e7\u00e3o de um caso de paranoia que contradiz a teoria psicanal\u00edtica\u201d provoca surpresa desde seu t\u00edtulo, acarreta indaga\u00e7\u00f5es diversas sobre o tema da paranoia, conduz \u00e0s conex\u00f5es, releituras com outros textos e tanto amplia quanto demonstra o trabalho de Freud seguindo as implica\u00e7\u00f5es do sujeito como categoria operat\u00f3ria na trama dos elementos que constituem sua hist\u00f3ria. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/contradicoes-em-um-caso-clinico\/\">(Leia mais)<\/a>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;40px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"dt-fancy-separator title-left h2-size accent-border-color\" style=\"width: 100%;\"><div class=\"dt-fancy-title\" style=\"color: #1e73be;\"><span class=\"separator-holder separator-left\"><\/span>INCURS\u00d5ES<span class=\"separator-holder separator-right\"><\/span><\/div><\/div>[vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;58692&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; add_caption=&#8221;yes&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; onclick=&#8221;link_image&#8221; css=&#8221;&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">Diferentes usos da droga &#8211; Marcelo Quint\u00e3o<\/span><\/h4>\n<p>O conceito de toxicomania \u00e9 uma cria\u00e7\u00e3o recente e sua import\u00e2ncia, seu lugar e seu papel est\u00e3o em constante evolu\u00e7\u00e3o, na medida em que se modificam as configura\u00e7\u00f5es da subjetividade contempor\u00e2nea, a cada tempo. Trabalhamos aqui o caso de um paciente atendido na rede p\u00fablica de BH \u00e0 luz do trabalho de Fabi\u00e1n Naparstek (2015, 2018) no qual ele nos apresenta, numa articula\u00e7\u00e3o com outros conceitos, um percurso hist\u00f3rico e te\u00f3rico a respeito da presen\u00e7a das drogas em nossa civiliza\u00e7\u00e3o. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/diferentes-usos-da-droga1\/\">(Leia mais)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">O historiador do detalhe: articula\u00e7\u00f5es entre sonho e acontecimento de corpo &#8211; Ana Sanders<\/span><\/h4>\n<p>Em 1936, o fil\u00f3sofo judeu alem\u00e3o Walter Benjamin (1936\/1987), ao localizar o sil\u00eancio sintom\u00e1tico dos combatentes que retornaram do campo de batalha da Primeira Guerra Mundial, elabora sua c\u00e9lebre formula\u00e7\u00e3o, em seu ensaio \u201cExperi\u00eancia e Pobreza\u201d, afirmando que a arte de narrar hist\u00f3rias e de compartilhar experi\u00eancias estaria em decl\u00ednio. Diante do excesso vivenciado nas trincheiras, os combatentes voltavam mudos e empobrecidos na capacidade de transmitir, atrav\u00e9s da fala, algo dessa experi\u00eancia. Tal experi\u00eancia j\u00e1 havia sido apontada por Freud ao escrever sobre as neuroses de guerra, em 1918, as quais, diferentemente da l\u00f3gica da neurose de transfer\u00eancia, corresponderiam a uma neurose traum\u00e1tica. Assim, o excesso de uma viv\u00eancia pulsional n\u00e3o seria sem consequ\u00eancias para os processos ps\u00edquicos, apontando, dessa forma, o fundamento dessa neurose na fixa\u00e7\u00e3o no acontecimento traum\u00e1tico. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/o-historiador-do-detalhe-articulacoes-entre-sonho-e-acontecimento-de-corpo1\/\">(Leia mais)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">Elucida\u00e7\u00f5es sobre acontecimento de corpo e o sonho do \u201cHistoriador do Detalhe\u201d, de Carolina Koretzky &#8211; Paula Pimenta<\/span><\/h4>\n<p>O caso do \u201chistoriador do detalhe\u201d, apresentado por Carolina Koretzky, \u00e9 precioso para revelar a fun\u00e7\u00e3o do sonho na psicose, ao que se acrescenta o modo como irrompe o chamado \u201cacontecimento de corpo\u201d. Em seu texto \u201cO historiador do detalhe: articula\u00e7\u00f5es entre sonho e acontecimento de corpo\u201d, Ana Sanders especifica sobre a montagem do sonho, para Freud e para Lacan, e descreve o sonho do pequeno Mat\u00e9o, de oito anos, que lhe serve para \u201cseguir dormindo, com os olhos bem abertos\u201d. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/elucidacoes-sobre-acontecimento-de-corpo-e-o-sonho-do-historiador-do-detalhe-de-carolina-koretzky-1\/\">(Leia mais)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">Ser\u00e1 que o racismo mata? &#8211; M\u00f4nica Campos<\/span><\/h4>\n<p>Queria come\u00e7ar com o t\u00edtulo proposto: ser\u00e1 que o racismo mata? Sim, mata! Vemos todos os dias. Mas sugiro aqui dizer que, subjetivamente, h\u00e1 a mortifica\u00e7\u00e3o do sujeito por pr\u00e1ticas racistas.<\/p>\n<p>N\u00e3o ser racista \u00e9 algo importante, para que n\u00e3o se reproduza indefinidamente a domestica\u00e7\u00e3o da qual se prov\u00e9m. Osvald de Andrade (2009, p. 282), ao falar sobre o preconceito, dispara: \u201cos ot\u00e1rios se reeducam\u201d. Neste sentido, nos valemos ainda de Neusa Santos Souza (2021), que indica que, no discurso anal\u00edtico, cada negro em particular vai elaborar suas quest\u00f5es \u201cque lhe d\u00ea fei\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias\u201d (Souza, 2021). Me parece que \u00e9 fundamental essa coloca\u00e7\u00e3o de Neusa, de cada um&#8230; isso n\u00e3o retira os efeitos mort\u00edferos, nefastos do racismo, mas, de sa\u00edda, n\u00e3o elimina o que h\u00e1 de singular e a poss\u00edvel mudan\u00e7a de posi\u00e7\u00e3o. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/sera-que-o-racismo-mata-implicacoes-de-uma-clinica-atravessada-pelo-racismo1\/\">(Leia mais)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">O microfone mudo e o psicanalista de chinelo: interven\u00e7\u00e3o no Ateli\u00ea de Pesquisa em Psican\u00e1lise e Segrega\u00e7\u00e3o &#8211; Lilany Pacheco<\/span><\/h4>\n<p>Agrade\u00e7o o convite para estar aqui, hoje, nesta atividade do Ateli\u00ea de Pesquisa em Psican\u00e1lise e Segrega\u00e7\u00e3o, neste momento de concluir os trabalhos sobre o tema <em>Racismo e sistema de justi\u00e7a: como a Psican\u00e1lise contribui nesse debate?<\/em> e, quem sabe, abrir perspectivas para investiga\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<p>Na atividade de abertura das atividades do Ateli\u00ea em parceria com o N\u00facleo de Pesquisa em Psican\u00e1lise e Direito \u2013 que girou em torno da seguinte pergunta: \u201cSer v\u00edtima ou r\u00e9u, na sua rela\u00e7\u00e3o com o sistema de justi\u00e7a, faz diferen\u00e7a na forma de tratamento destinada a esses sujeitos?\u201d \u2013, dois aspectos me chamaram a aten\u00e7\u00e3o, al\u00e9m daquele j\u00e1 destacado durante o semestre: a fala de J\u00e9sus Santiago, de que \u00e9 preciso furar o discurso do mestre, e duas pontua\u00e7\u00f5es do convidado Felipe Mata Machado, procurador do Distrito Federal, uma sobre o n\u00e3o dito e, outra, quando ele se refere \u00e0s vestes dos ju\u00edzes, indicando que, em um julgamento, os ju\u00edzes n\u00e3o podem estar de chinelo. Me recordo de ter pensado: ent\u00e3o eles n\u00e3o acreditam no semblante? Em conversas posteriores, J\u00e9sus Santiago lembrou que, no escrito sobre a criminologia, Lacan ressalta exatamente o contr\u00e1rio: os profissionais do Direito s\u00e3o ciosos do semblante, levam \u00e0 s\u00e9rio demais o parecer ser. E eu pensei: o analista pode estar de chinelo! <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/o-microfone-mudo-e-o-psicanalista-de-chinelo-intervencao-no-atelie-de-pesquisa-em-psicanalise-e-segregacao\/\">(Leia mais)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">Eutan\u00e1sia: entre demanda e desejo &#8211; Araceli Teixid\u00f3<\/span><\/h4>\n<p>Este texto realiza-se a partir de minhas pr\u00f3prias elabora\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o seria poss\u00edvel sem as elabora\u00e7\u00f5es de outros que pesquisaram comigo, especialmente psicanalistas da ELP e da AMP, mas tamb\u00e9m m\u00e9dicos e outros profissionais da \u00e1rea da sa\u00fade que caminham\u00a0 conosco neste terreno incerto que \u00e9 a fronteira entre a psican\u00e1lise e a medicina.<\/p>\n<p>A ci\u00eancia alcan\u00e7ou avan\u00e7os que levam a vida mais al\u00e9m do que seria desej\u00e1vel. Para vidas que podem n\u00e3o ser desej\u00e1veis. Isso abre para a decis\u00e3o de ter que frear a deriva, parar o processo terap\u00eautico, para n\u00e3o chegar a esses extremos em que prolongar a vida n\u00e3o faz sentido. Isto tem sido trabalhado pelo Estado espanhol h\u00e1 anos e algumas f\u00f3rmulas foram alcan\u00e7adas para limitar a viol\u00eancia terap\u00eautica. Essas vias eram legais, porque a morte era causada pela doen\u00e7a, mesmo quando ocorria por recusa do paciente em receber a medica\u00e7\u00e3o eficaz. Tanto a eutan\u00e1sia, quanto o suic\u00eddio assistido, eram pun\u00edveis. Os casos que foram regulamentados com a nova lei s\u00e3o aqueles em que \u00e9 solicitada a interven\u00e7\u00e3o de um profissional para poder morrer, sem que o paciente se encontre em estado agonizante ou terminal. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/eutanasia-entre-demanda-e-desejo1\/\">(Leia mais)<\/a>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;40px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"dt-fancy-separator title-left h2-size accent-border-color\" style=\"width: 100%;\"><div class=\"dt-fancy-title\" style=\"color: #1e73be;\"><span class=\"separator-holder separator-left\"><\/span>DE UMA NOVA GERA\u00c7\u00c3O<span class=\"separator-holder separator-right\"><\/span><\/div><\/div>[vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;58693&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; add_caption=&#8221;yes&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; onclick=&#8221;link_image&#8221; css=&#8221;&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">O lugar do analista na interpreta\u00e7\u00e3o &#8211; Ana Menezes<\/span><\/h4>\n<p>Na atualidade, somos confrontados de forma massiva com terapias que se alinham a no\u00e7\u00f5es como as de um \u201ceu consciente de si\u201d, de \u201ccontrole de emo\u00e7\u00f5es\u201d e de outros ideais que se centram na pretens\u00e3o da reeduca\u00e7\u00e3o de comportamentos. Esses imperativos, aliados ao discurso capitalista, lan\u00e7am sobre a rela\u00e7\u00e3o \u201cterapeuta-cliente\u201d, como \u00e9 nomeada, l\u00f3gicas que se remetem \u00e0 intersubjetividade e \u00e0 dialogicidade, sustentadas pela cren\u00e7a em uma comunica\u00e7\u00e3o inequ\u00edvoca: ao ensinar, se aprende; ao escutar, se entende. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/o-lugar-do-analista-na-interpretacao\/\">(Leia mais)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #333399;\">Corpos (des) amarrados &#8211; S\u00edlvia Coutinho<\/span><\/h4>\n<p>Circulando em um shopping center, notei a instala\u00e7\u00e3o de uma cl\u00ednica de est\u00e9tica. Na entrada, observo a seguinte pergunta: \u201co que te incomoda hoje?\u201d \u2013 uma interroga\u00e7\u00e3o que convida as pessoas a se depararem com seus inc\u00f4modos no corpo e se dirigirem a esse local que faz a oferta das supostas solu\u00e7\u00f5es. Dessa forma, esse estabelecimento, estruturado para a venda de bens materiais ou servi\u00e7os como cinema, atra\u00e7\u00f5es de lazer, ag\u00eancia de viagem e loja de c\u00e2mbio, amplia a oferta em rela\u00e7\u00e3o ao corpo, para al\u00e9m das vestimentas. As academias j\u00e1 s\u00e3o vistas, h\u00e1 muitos anos, como local de pr\u00e1tica de exerc\u00edcios e espa\u00e7o de sa\u00fade. Agora, as portas s\u00e3o abertas para essas cl\u00ednicas de est\u00e9tica, que instigam o olhar do sujeito para sua imagem, sua adequa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao imp\u00e9rio da beleza e ofertam seus servi\u00e7os enquanto as pessoas circulam nesse ambiente, j\u00e1 que, na l\u00f3gica do mercado de consumo, n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para pensar, refletir, fazer escolhas, prescindir. <a href=\"http:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/corpos-des-amarrados\/\">(Leia mais)<\/a>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;40px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row bg_type=&#8221;bg_color&#8221; bg_color_value=&#8221;#efefef&#8221;][vc_column][vc_column_text] \u00a0ALMANAQUE | NORMAS | EXPEDIENTE | CONTATO [\/vc_column_text][vc_empty_space][vc_column_text] ISSN 1982-5617 [\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;2100&#8243; img_size=&#8221;1240&#215;300&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text] Patr\u00edcia Ribeiro Esta edi\u00e7\u00e3o da Almanaque On-line traz um desdobramento do n\u00famero anterior, quando o foco da pesquisa do IPSM-MG, em conson\u00e2ncia com os temas do XIV Congresso da AMP e da 26\u00aa Jornada da EBP-MG,&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-2452","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-almanaque","category-2","description-off"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2452","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2452"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2452\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58690,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2452\/revisions\/58690"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2452"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2452"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2452"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}