{"id":58699,"date":"2026-03-02T11:50:44","date_gmt":"2026-03-02T14:50:44","guid":{"rendered":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/?p=58699"},"modified":"2026-03-10T14:26:16","modified_gmt":"2026-03-10T17:26:16","slug":"editorial-almanaque-36","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/2026\/03\/02\/editorial-almanaque-36\/","title":{"rendered":"Editorial Almanaque 36"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_section css=&#8221;.vc_custom_1772472716019{background-color: #ECEADA !important;}&#8221;][vc_row bg_type=&#8221;bg_color&#8221; bg_color_value=&#8221;#00000000&#8243;][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]Maria Rita Guimar\u00e3es<\/p>\n<h5>Psicanalista<br \/>\nMembro da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise (EBP)<br \/>\ne da Associa\u00e7\u00e3o Mundial de Psican\u00e1lise (AMP)<br \/>\nE-mail:\u00a0mariarita.guimaraes@gmail.com<\/h5>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column el_class=&#8221;.flow-columns { -webkit-column-count: 3; \/* Chrome, Safari, Opera *\/ -moz-column-count: 3; \/* Firefox *\/ column-count: 3; \/* Number of columns *\/ -webkit-column-gap: 40px; -moz-column-gap: 40px; column-gap: 40px; \/* Space between columns *\/ }&#8221;][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]Querido leitor de <em>Almanaque On-line<\/em><\/p>\n<p>Eis uma nova edi\u00e7\u00e3o da revista: a de n\u00famero 36. Com ela, inaugura-se um novo espa\u00e7o, exclusivo para <em>Almanaque On-line<\/em>. Espa\u00e7o pensado e constru\u00eddo para receber sua presen\u00e7a, seu tempo de leitura e seu amor de transfer\u00eancia aos textos que nos legaram Freud e Lacan \u2013 primeiramente \u2013, seguidos da escrita, cada um com seu estilo, de colegas analistas da comunidade lacaniana, que se orientam pelo esfor\u00e7o inestim\u00e1vel de Jacques Alain-Miller. O Instituto de Psican\u00e1lise e Sa\u00fade Mental de Minas Gerais (IPSM-MG), respons\u00e1vel pela publica\u00e7\u00e3o de <em>Almanaque On-line<\/em>, agradece a cada trabalhador pela causa psicanal\u00edtica de orienta\u00e7\u00e3o lacaniana.<\/p>\n<p>Este espa\u00e7o, portanto, est\u00e1 habilitado como prolongamento natural do princ\u00edpio orientador de <em>Almanaque On-line<\/em>: aberto, rigoroso, amig\u00e1vel.<\/p>\n<p>Tr\u00eas termos s\u00e3o anunciados pelo t\u00edtulo deste n\u00famero, orientando nossa leitura dos textos de <em>Trilhamentos.<\/em> Ilus\u00e3o, Amor e Sintoma s\u00e3o figuras da rela\u00e7\u00e3o sexual, como modos de enfrentamento \u00e0 sua inexist\u00eancia.<\/p>\n<p>A palavra \u201cilus\u00e3o\u201d, a lemos \u00e0 p\u00e1gina 95 do Semin\u00e1rio 19, <em>&#8230;ou pior<\/em>: \u201cO que nos d\u00e1 a ilus\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o sexual no ser falante \u00e9 tudo o que materializa o universal num comportamento que, efetivamente, \u00e9 de bando, nas rela\u00e7\u00f5es entre os sexos\u201d (LACAN, 1971-72\/2012, p. 95).<\/p>\n<p>O contexto em que Lacan (1971-72\/2012) examina a quest\u00e3o do universal, nesse ponto, encontra-se em par\u00e1grafos imediatamente anteriores, em refer\u00eancia \u00e0 \u201cimagem animal da copula\u00e7\u00e3o\u201d como modelo do que faz a rela\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n<p>Ludmilla F\u00e9res apresenta a pergunta: \u201co que \u00e9 que finalmente produz o corte entre o animal e o humano?\u201d. Nosso convite \u00e9 para que leia o texto\u00a0 \u201cA ilus\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d e veja a resposta que a autora d\u00e1 \u00e0 pr\u00f3pria pergunta e a tantas outras quest\u00f5es, suscitadas pelo vasto tema, at\u00e9 nos esclarecer por que a ilus\u00e3o n\u00e3o \u00e9 suficiente para fazer a escrita da rela\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n<p>Amor, isso sim, \u00e9 problema de falasseres. No reino animal, o que h\u00e1 s\u00e3o cuidados, apego, j\u00e1 no combo do instinto, ao nascer, conforme a esp\u00e9cie em quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Amor, para o falasser, \u00e9 \u201ca-muro\u201d, jogo homof\u00f4nico de Lacan com a palavra \u201c<em>amour<\/em>\u201d: a parede da linguagem complica a vida de cada humano, nascido de um mal-entendido. Sophie Marret-Maleval, em seu texto \u201cUm imposs\u00edvel acordo: amor e n\u00e3o rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d, conduz-nos de forma clara, pelas formula\u00e7\u00f5es de Freud, Lacan, e Miller, \u00e0 imposs\u00edvel harmonia entre os termos \u201camor\u201d e \u201cn\u00e3o-rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d. Serve-se tamb\u00e9m de filmes de Woody Allen e da experi\u00eancia de amor de Marguerite Duras e do jovem Yann Andr\u00e9a Steiner, atrav\u00e9s de uma cita\u00e7\u00e3o do livro de Yann, <em>Este amor<\/em>.<\/p>\n<p>Se a psican\u00e1lise nos ensina sobre o amor, sobretudo por ele ser o motor da experi\u00eancia \u2013 o chamado amor de transfer\u00eancia \u2013, lendo aquilo que os pr\u00f3prios protagonistas escreveram a respeito de sua conturbada experi\u00eancia amorosa (al\u00e9m da cultuada biografia escrita por Laure Adler) reconhecemos sem esfor\u00e7os o que Lacan (1965\/2003, p. 200) disse: \u201conde Marguerite revela saber sem mim aquilo que ensino\u201d.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;20&#8243;][vc_single_image image=&#8221;58725&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; css=&#8221;&#8221;][vc_empty_space height=&#8221;20&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221; el_class=&#8221;.flow-columns { -webkit-column-count: 3; \/* Chrome, Safari, Opera *\/ -moz-column-count: 3; \/* Firefox *\/ column-count: 3; \/* Number of columns *\/ -webkit-column-gap: 40px; -moz-column-gap: 40px; column-gap: 40px; \/* Space between columns *\/ }&#8221;]Exemplos m\u00ednimos, em gotas, para ilustrar a atmosfera.<\/p>\n<p>Conting\u00eancia do encontro: \u201ca hist\u00f3ria entre o muito jovem Yann Andr\u00e9a Steiner e esta mulher que fazia livros e que era velha e sozinha como ele\u201d (DURAS, 1987, p. 10).<\/p>\n<p>As cartas de amor: \u201cMuitas cartas. \u00c0s vezes, uma por dia. Eram bem curtas, esp\u00e9cies de bilhetes, quase gritados de um lugar inviv\u00edvel, mortal, de uma esp\u00e9cie de deserto. Esses apelos eram de uma beleza evidente\u201d (DURAS, 1987, p. 2).<\/p>\n<p>\u201cEnt\u00e3o, por minha vez, no vazio deixado por voc\u00ea, essa aus\u00eancia de cartas, de apelos, eu lhe escrevi\u201d (DURAS, 1987, p. 3).<\/p>\n<p>Demanda de amor: toda a f\u00f3rmula lacaniana, \u201cPe\u00e7o-te que recuses o que te ofere\u00e7o porque n\u00e3o \u00e9 isso\u201d, escrita sem pudor, ora por um, ora pelo outro dos amantes.<\/p>\n<p>Duras (1987, p. 62-63): \u201cera tarde demais para mim, que eu n\u00e3o podia mais conter voc\u00ea. Como nunca consegui conter o medo de voc\u00ea. Voc\u00ea n\u00e3o sabe me poupar do medo de ser morta por voc\u00ea. [&#8230;] Para mim, sua do\u00e7ura me leva de volta \u00e0 morte, a qual voc\u00ea certamente sonha em me dar, sem saber\u201d.<\/p>\n<p>A escrita:<\/p>\n<p>Ela pergunta: voc\u00ea me ama? Eu n\u00e3o respondo. N\u00e3o consigo. Ela diz: se eu n\u00e3o fosse Duras, voc\u00ea nunca teria olhado para mim. Eu n\u00e3o respondo. N\u00e3o consigo. Ela diz: n\u00e3o \u00e9 a mim que voc\u00ea ama, \u00e9 a Duras, \u00e9 o que eu escrevo. Ela diz: voc\u00ea vai escrever \u201ceu n\u00e3o amo Marguerite\u201d. Ela me d\u00e1 uma caneta, uma folha de papel e diz: v\u00e1 escrever, assim estar\u00e1 feito. N\u00e3o consigo. N\u00e3o escrevo o que ela me pede para escrever, o que ela n\u00e3o quer ler. Ela diz: Yann, se eu n\u00e3o tivesse escrito nenhum livro, voc\u00ea me amaria? Abaixo os olhos. N\u00e3o respondo.<\/p>\n<p>[&#8230;]<\/p>\n<p>Sim, estou aqui para registrar as palavras que voc\u00ea diz, para deix\u00e1-la escrever enquanto eu fico em sil\u00eancio, enquanto n\u00e3o compreendo, enquanto voc\u00ea inventa a verdadeira hist\u00f3ria do mundo. Estou aqui para isso. Para evitar que isso pare, para fazer com que as palavras sejam inscritas na p\u00e1gina. Para que os livros sejam feitos e oferecidos a todos, a todos os leitores que ainda n\u00e3o sabem que esse livro os espera. (ANDR\u00c9A, 2014, s.p., tradu\u00e7\u00e3o nossa)[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;20&#8243;][vc_single_image image=&#8221;58730&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; css=&#8221;&#8221;][vc_empty_space height=&#8221;20&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221; el_class=&#8221;.flow-columns { -webkit-column-count: 3; \/* Chrome, Safari, Opera *\/ -moz-column-count: 3; \/* Firefox *\/ column-count: 3; \/* Number of columns *\/ -webkit-column-gap: 40px; -moz-column-gap: 40px; column-gap: 40px; \/* Space between columns *\/ }&#8221;]Entre o jovem que apenas conseguiu amar outros homens e \u201cesta mulher j\u00e1 idosa, louca de escrever\u201d, a rela\u00e7\u00e3o sexual n\u00e3o se inscreveu, tal como o sexo n\u00e3o se fez. Escrever diversos livros sobre esse louco amor os deixa aprisionados at\u00e9 a morte de M. Duras.<\/p>\n<p>Em \u201cO espa\u00e7o de um abra\u00e7o: Joyce Lom e sua mulher G(<em>love<\/em>)\u201d, acompanhamos o desenvolvimento realizado por S\u00e9rgio de Mattos, que nos esclarece por que \u201cLacan encontra em Joyce um exemplo extraordin\u00e1rio da constitui\u00e7\u00e3o de um corpo de gozo como um modo de lidar com a n\u00e3o rela\u00e7\u00e3o entre os sexos\u201d.<\/p>\n<p>No texto, n\u00e3o se trata do sintoma, categoria modal do necess\u00e1rio \u2013 \u201co que n\u00e3o cessa de se inscrever\u201d \u2013 para cada um. O sintoma \u00e9 da ordem do necess\u00e1rio, isto \u00e9, n\u00e3o h\u00e1 saber no real sobre a sexualidade. \u00c9 que remete ao \u201cn\u00e3o cessa de n\u00e3o se inscrever\u201d, \u00e0 n\u00e3o-rela\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n<p>No caso de Joyce e sua rela\u00e7\u00e3o com Nora, sua mulher, \u201ctrata-se da rela\u00e7\u00e3o entre o sujeito e o seu sinthoma\u201d; \u201c se h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d, ela s\u00f3 existe no sentido restrito e deslocado em que o sujeito mant\u00e9m uma rela\u00e7\u00e3o com o seu pr\u00f3prio sinthoma \u2013 e n\u00e3o com o outro sexo. O autor nos afirma que Joyce n\u00e3o escreve a rela\u00e7\u00e3o sexual, mas o imposs\u00edvel dela. \u00c9 em Joyce que o aforismo \u2018n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual\u2019 pode ser uma&#8230; \u201cexce\u00e7\u00e3o po\u00e9tica\u201d.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;20&#8243;][vc_single_image image=&#8221;58731&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; css=&#8221;&#8221;][vc_empty_space height=&#8221;20&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221; el_class=&#8221;.flow-columns { -webkit-column-count: 3; \/* Chrome, Safari, Opera *\/ -moz-column-count: 3; \/* Firefox *\/ column-count: 3; \/* Number of columns *\/ -webkit-column-gap: 40px; -moz-column-gap: 40px; column-gap: 40px; \/* Space between columns *\/ }&#8221;]<em>O que se conversou?<\/em><\/p>\n<p>Na 33\u00aa Conversa\u00e7\u00e3o da Se\u00e7\u00e3o Cl\u00ednica do IPSM-MG, realizada em 25 de outubro de 2025, conversou-se muito e de forma fecunda. Os elementos extra\u00eddos da Entrevista Cl\u00ednica, acontecida semanas antes, reafirmou o que se sabe a respeito desse trabalho: a riqueza cl\u00ednica que ensina muito a cada um que se faz presente.<\/p>\n<p>Fernando Casula estava l\u00e1 e sua contribui\u00e7\u00e3o com o registro e as reflex\u00f5es contidas em seu texto \u201cDe um brilho especial \u00e0 obscuridade mort\u00edfera da realidade: ensinamentos de uma entrevista cl\u00ednica\u201d tornam sua leitura imperd\u00edvel!<\/p>\n<p>Chegamos a <em>Encontros<\/em>.<\/p>\n<p>Esperam-nos uma especial entrevista, consequ\u00eancia de ato de trabalho. Quais os pontos, como efeitos de leitura, provocam a aten\u00e7\u00e3o daqueles que dedicam muito de seu tempo ao exerc\u00edcio de tradu\u00e7\u00e3o, revis\u00e3o e cotejamento das refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas de um texto que, vertido a outra l\u00edngua, componha uma publica\u00e7\u00e3o? Ana Helena Souza, Beatriz Esp\u00edrito Santo, Let\u00edcia Mello, Tamira Bacha e M\u00e1rcia Bandeira respondem a essa pergunta nesta edi\u00e7\u00e3o 36.<\/p>\n<p><em>De uma nova gera\u00e7\u00e3o<\/em> \u00e9 a rubrica m\u00f3vel de <em>Almanaque On-line<\/em>, que comparece sempre no primeiro n\u00famero do ano. Alunos do curso do IPSM-MG apresentam-nos suas elabora\u00e7\u00f5es que, podemos assim deduzir, foram os \u201cpontos altos\u201d daquilo que, at\u00e9 o momento, lhes convocaram \u00e0 escrita.<\/p>\n<p>Munyke Paulo Rodrigues, a partir de uma pergunta de Miller \u2013 \u201ca forma\u00e7\u00e3o do analista seria comparada a uma zona s\u00edsmica?\u201d \u2013, desenvolve a articula\u00e7\u00e3o entre os termos \u201cpsican\u00e1lise\u201d, \u201csismos\u201d e \u201crestos\u201d, que constam no t\u00edtulo do texto, sustentando a pergunta \u201cO que \u00e9 um analista?\u201d.<\/p>\n<p>Rodrigo Goes e Lima traz em seu texto a argumenta\u00e7\u00e3o que lhe permite afirmar, j\u00e1 no t\u00edtulo, a seguinte considera\u00e7\u00e3o: \u201cO pensamento obsessivo como objeto\u201d. Cito o autor, em sua pr\u00f3pria formula\u00e7\u00e3o: \u201cArgumenta-se, assim, que no obsessivo, a reten\u00e7\u00e3o do pensamento como simulacro de um objeto precioso possibilitado por uma peculiaridade do mecanismo de recalque dessa neurose permite extrair da faculdade do pensar a cota m\u00e1xima de satisfa\u00e7\u00e3o sexual\u201d.<\/p>\n<p>Esperamos que voc\u00ea, leitor, explore o espa\u00e7o e leia a\u00a0 revista <em>Almanaque On-line<\/em>. Volte sempre ! Baixe o PDF!<\/p>\n<p>Nossos sinceros agradecimentos a cada um dos autores dos textos que comp\u00f5em este n\u00famero de Almanaque on-line.<\/p>\n<p>Estendemos nossos agradecimentos \u00e0 Sofia Nabuco pela cess\u00e3o de grande parte das imagens que ilustram Almanaque 36.<\/p>\n<h6>Refer\u00eancias<br \/>\nANDR\u00c9A, Y. <em>M. D.<\/em> Tradu\u00e7\u00e3o de Mirian Paglia Costa. S\u00e3o Paulo: Marco Zero Editora,1987.<br \/>\nANDR\u00c9A, Y. Duras mon amour. <em>Le Nouvel Obs<\/em>, jul. 2014. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.nouvelobs.com\/documents\/20140710.OBS3429\/duras-mon-amour-par-yann-andrea.html. Acesso em: 01 fev. 2026.<br \/>\nADLLER, L. <em>Marguerite Duras. <\/em>Paris: Gallimard \u00c9ditions, 1988.<br \/>\nDURAS, Marguerite. <em>Yann Andr\u00e9a Steiner. <\/em>Tradu\u00e7\u00e3o de Maria Ignez Duque Estrada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1993.<br \/>\nLACAN, J. Homenagem a Marguerite Duras pelo arrebatamento de Lol V. Stein. In: <em>Outros escritos<\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003, p.198-205. (Trabalho original publicado em 1965).<br \/>\nLACAN, J. <em>O Semin\u00e1rio, livro 19<\/em>: &#8230;ou pior. Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller; tradu\u00e7\u00e3o de Vera Ribeiro; vers\u00e3o final de Marcus Andr\u00e9 Vieira; prepara\u00e7\u00e3o de texto de Andr\u00e9 Telles. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2012. (Trabalho original proferido em 1971-72).<\/h6>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][\/vc_section]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_section css=&#8221;.vc_custom_1772472716019{background-color: #ECEADA !important;}&#8221;][vc_row bg_type=&#8221;bg_color&#8221; bg_color_value=&#8221;#00000000&#8243;][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]Maria Rita Guimar\u00e3es Psicanalista Membro da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise (EBP) e da Associa\u00e7\u00e3o Mundial de Psican\u00e1lise (AMP) E-mail:\u00a0mariarita.guimaraes@gmail.com [\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column el_class=&#8221;.flow-columns { -webkit-column-count: 3; \/* Chrome, Safari, Opera *\/ -moz-column-count: 3; \/* Firefox *\/ column-count: 3; \/* Number of columns *\/ -webkit-column-gap: 40px; -moz-column-gap: 40px; column-gap: 40px; \/* Space&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":58713,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[519,4],"tags":[],"class_list":["post-58699","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-almanaque-36","category-editorial","category-519","category-4","description-off"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58699","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=58699"}],"version-history":[{"count":20,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58699\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58752,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58699\/revisions\/58752"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/58713"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=58699"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=58699"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutopsicanalise-mg.com.br\/revista_almanaque\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=58699"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}